segunda-feira, 2 de maio de 2016

SEIVA AGRESTE

MUSEU DO LOUVRE ( foto Eloah 2015)

Agreste anônima seiva
Moldada pelo tempo
Abraçada no silêncio
Repousa junto ás saudades.

Construtora de quimeras
Sob as bênçãos da natureza
Na modulação dos ventos
Paira serena
Como se a mão da vida

Fosse apenas doce carícia.

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De fragmento em fragmento vou compondo a minha história.Obrigada por fazer parte desta historia.

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