Amei esse passo estranho que abraço, na prece que envolta comigo permanece. Calcei meus sapatos, andei com as estrelas, defendi a imagem sonhada, olvidada e-vivi. (Eloah)
sexta-feira, 13 de maio de 2016
segunda-feira, 2 de maio de 2016
SEIVA AGRESTE
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| MUSEU DO LOUVRE ( foto Eloah 2015) |
Agreste anônima seiva
Moldada pelo tempo
Abraçada no silêncio
Repousa junto ás
saudades.
Construtora de
quimeras
Sob as bênçãos da
natureza
Na modulação dos
ventos
Paira serena
Como se a mão da vida
Fosse apenas doce
carícia.


sexta-feira, 8 de abril de 2016
A VIAGEM
![]() |
| No Pavilhão Espanhol em Sevilha - março 2016 |
Dou tempo ao tempo
Preparo o meu coração
Levo minha alma além,
Bem mais além.
Preparo a mala
Na bagagem amarro meus sonhos
Que se espraiam, em espantado bailado.
Junto a expectativa,
Centelha das esperas e das certezas
Há tanto acalentadas.
A viagem é sopro de um antigo desejo tardio
Sopro que se espelha, ensolarado,
Despertando novas memórias.
Quero novos olhares
Muita beleza
Outras histórias
O velho e o novo
Quero tempo
Aventuras
Conhecimento
E o pulsar junto a vida.
Passageira nesta viagem,
Em liberdade,
Nesta hora,
Sem perder meu norte
Sobraçando meus sonhos
Sem medo, vou em frente.
Abastecida de emoção
Embarco
Sigo!

segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016
SENSIBILIDADE
Sensível e furtiva
A alma se assenta
Voa o espírito
Busca sua luz
Abrem-se redomas
Incorporam-se sonhos.
No místico embalo
Debruço- me
e
Em profundo devaneio
Bordo meus versos.
quarta-feira, 16 de dezembro de 2015
UM BELO PRESENTE
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| Eu em Lisboa no Miradouro do Castelo São Jorge/junho 2015 |
Daniel Costa escritor e poeta mora em Lisboa/Portugal.Tive
a oportunidade e felicidade de conhecê-lo quando em passeio em Portugal. Daniel
tem um vasto currículum com várias obras literárias publicadas. Sinto-me
honrada de receber de presente este lindo poema.
ELOAH
POETISA
Mulher
bonita, deve dizer-se à guisa
Naschenweng de imperatriz
Eloah poetisa
Westphalen de directriz
Terá outra frisa,
Outra nacionalidade por raiz
Porém a Lusofonia, é a sua divisa
Da cultura mediatriz
Passou por Lisboa com porte de papisa
Naturalmente, do europeu País!
Eloah poetisa
À poesia deu estímulo feliz
Sempre a inclui na bagagem, a frisa!
O poeta que a encontrou, é quem o diz
Quem o afirma, quem o profetisa!
O seu charme, a beleza, com a cultura condiz,
A sua descrição a mediatiza,
Aromatiza, o espaço que torna matriz!
Eloah poetisa
No seu espaço traça a bissetriz,
O espaço pisa e o espaço frisa
A capacidade emerge do seu peito, em jeito de atriz
Eloah poetisa!
Naschenweng de imperatriz
Eloah poetisa
Westphalen de directriz
Terá outra frisa,
Outra nacionalidade por raiz
Porém a Lusofonia, é a sua divisa
Da cultura mediatriz
Passou por Lisboa com porte de papisa
Naturalmente, do europeu País!
Eloah poetisa
À poesia deu estímulo feliz
Sempre a inclui na bagagem, a frisa!
O poeta que a encontrou, é quem o diz
Quem o afirma, quem o profetisa!
O seu charme, a beleza, com a cultura condiz,
A sua descrição a mediatiza,
Aromatiza, o espaço que torna matriz!
Eloah poetisa
No seu espaço traça a bissetriz,
O espaço pisa e o espaço frisa
A capacidade emerge do seu peito, em jeito de atriz
Eloah poetisa!
Daniel Costa
Marcadores:
Poema de Daniel Costa/Portugal
segunda-feira, 23 de novembro de 2015
Tenho um Poema
Tenho um poema submerso no meu peito
Rompendo meu silêncio e minha solidão
Sacudindo minha alma
E espiando meus sentimentos.
Tenho um poema bem guardado
Com recantos de cores de outono
Adormecidos e insinuando-se em meus
segredos.
Tenho um poema alinhavado
De lembranças a flor da pele
Com o suave olhar urgente do tempo
E o retrato da vida florescida.
Tenho um poema infinito
Que não cabe nas palavras
Tem a ternura de um amor antigo
Seu voo é longo, me escapa as letras
Tenho um poema submerso no meu peito
Guardado assim...


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